“Alegramos que alguns já tenham sido libertados, mas muitos outros ainda aguardam libertação, e seus pedidos e os de suas famílias não podem continuar sendo ignorados; portanto, será um gesto de reconciliação e justiça libertá-los o mais breve possível”, afirma o arcebispo de Barquisimeto
Vatican News
“Rezamos por todos os presos e suas famílias. Apreciamos o fato de alguns já terem sido libertados, mas muitos outros continuam clamando junto com seus familiares. Eles não podem continuar sendo ignorados.”
Este é o apelo de dom Polito Rodríguez Méndez, arcebispo de Barquisimeto, capital do estado de Lara, na Venezuela, feito na quarta-feira, 14 de janeiro, por ocasião da festa da Divina Pastora, uma devoção muito popular no país sul-americano, e especialmente em Barquisimeto, onde a Divina Pastora, representada em uma antiga imagem carregada em procissão por uma grande multidão, é a padroeira da cidade.
Um gesto de reconciliação e justiça
“Repito – continuou o arcebispo -, nos alegramos que alguns já tenham sido libertados, mas muitos outros ainda aguardam libertação, e seus pedidos e os de suas famílias não podem continuar sendo ignorados; portanto, será um gesto de reconciliação e justiça libertá-los o mais breve possível.”
Dirigindo-se à Virgem, Divina Pastora, o arcebispo concluiu: “Confiamos também à vossa proteção todos aqueles que se viram na dolorosa necessidade de emigrar em busca de oportunidades, aqueles que sofreram com a fome e a pobreza.”
Libertação de 14 jornalistas
Embora lentamente, de fato, prossegue a libertação de vários prisioneiros. Esta quarta-feira, em particular, como confirmado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa, 14 jornalistas foram libertados.
Foram eles: Ramón Centeno, Víctor Ugas, Leandro Palmar, Belises Cubillán, Carlos Marcano, Rafael García Márvez, Gabriel González, Ronald Carreño, Julio Balza, Nakary Ramos, Gianni González, Luis López, Carlos Julio Rojas e Nicmer Evans.
(com Sir)


