O sequestro de sacerdotes, seminaristas e fiéis na Nigéria tornou-se uma crise alarmante associada a grupos armados e redes criminosas. A Igreja Católica e outras instituições religiosas são alvos frequentes de raptos motivados principalmente pela extorsão de resgates financeiros, além de reflexos da instabilidade e da violência sectária no país.
Vatican News
Os dois últimos reféns sequestrados no domingo, 2 de agosto, no ataque à Igreja de São José em Inoyi-Affa, no distrito de Udi, estado de Enugu, no sudeste da Nigéria, foram libertados.
Trata-se do seminarista Lawrence Igbo e do leigo Emmanuel Onwudi, libertados durante uma operação conduzida pelas forças de segurança. A operação levou à prisão de três sequestradores, enquanto um quarto foi morto em um tiroteio com a polícia.
A operação, conduzida pelo Departamento de Serviços de Segurança do Estado (DSS), o Exército, a Polícia, a Guarda Florestal do Estado de Enugu e outras forças de segurança, também possibilitou a recuperação do dinheiro do resgate exigido para a libertação dos dois reféns. Durante a operação, quatro fuzis AK-47, sete carregadores e 133 balas também foram recuperados.
O investigador enfatizou que os agentes de segurança rastrearam os criminosos graças ao uso de tecnologias de segurança avançadas implantadas para a ocasião.

