Papa: que os ventos da guerra não apaguem a chama da esperança e da paz

0

Após rezar a oração do Angelus em Castel Gandolfo, Leão XIV voltou a fazer um forte apelo pela paz diante dos conflitos que atingem diversas regiões do mundo. O Pontífice recordou as populações afetadas pelas guerras no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras partes do planeta, pedindo que prevaleçam o colóquio, o encontro e a diplomacia.

Thulio Fonseca – Vatican News

Em seus apelos, ao término da oração mariana deste domingo, 12 de julho, na Praça da Liberdade, em Castel Gandolfo, o Papa Leão XIV voltou a manifestar sua preocupação com os conflitos que continuam a provocar sofrimento em diversas regiões do mundo e renovou seu apelo em favor da paz:

“Infelizmente, voltam a soprar os ventos da guerra no Oriente Médio, na Ucrânia e em muitas outras partes do mundo, semeando violência, terror e morte e atingindo, mais uma vez, tantos inocentes. Não permitamos que esses ventos apaguem a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parece frágil e vacilante. Reitero o meu apelo para que se prossiga com perseverança o caminho do colóquio, do encontro e da diplomacia, o único caminho capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, na qual os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e no respeito pela dignidade de cada pessoa.”

Ouça com a voz do Papa e compartilhe

Domingo do Mar

Em seguida, o Papa recordou a celebração do “Domingo do Mar”, dirigindo um pensamento especial aos marinheiros, pescadores e trabalhadores portuários de todo o mundo. Leão XIV destacou aqueles que vivem marcados pela distância de seus familiares e, por vezes, pelo medo provocado pelos conflitos que atravessam as rotas marítimas, agradecendo o trabalho paciente e silencioso com que sustentam o comércio e a vida de muitos povos.

Saudação a Castel Gandolfo e aos fiéis poloneses

Por fim, o Santo Padre saudou os habitantes da “bela cidade de Castel Gandolfo”, onde passa alguns dias de descanso, e acolheu com felicidade os peregrinos vindos de diversas partes do mundo. O Papa também se uniu em oração aos numerosos fiéis poloneses reunidos na peregrinação anual diante do ícone de Jasna Góra, pedindo que, “como discípulos missionários, sejam testemunhas alegres do Evangelho”.

Fonte

Escreva abaixo seu comentário.

Por favor escreva um comentário
Por favor insira o seu nome aqui